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APós 30 anos

Paranaense vai escalar o Everest novamente, a montanha mais alta do mundo

Primeiro brasileiro a escalar o Everest, em 1995, Niclevicz faz nova expedição ao Nepal entre abril e maio.

Publicado em 28/03/2025 às 16:39
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(Foto: AEN)

Trinta anos depois, o alpinista Waldemar Niclevicz tem um novo encontro marcado com o Everest. Após se tornar o primeiro brasileiro a escalar em 1995 a maior motanha do mundo, o paranaense fará uma nova expedição ao pico no Nepal entre abril e maio deste ano. O novo desafio será patrocinado pela Companhia Paranaense de Abastecimento (Sanepar).

A escalada tem propósito ambiental e busca chamar a atenção do mundo para as questões da restauração ecológica, processo vital para a recomposição da flora, a recuperação de nascentes, o retorno natural da fauna e para a preservação de toda a biodiversidade.


Niclevicz iniciou a viagem NA quarta-feira (26) e fará a nova escalada acompanhado de outro alpinista, Pedro Hauck. Eles levam na bagagem uma bandeira com uma araucária que será mostrada do cume de mais de 8,8 mil metros de altitude, a exemplo do que Niclevicz fez com a bandeira do Brasil em 1995.

Everest é o sonho de muitos alpinistas por ser a montanha mais alta da terra.

O alpinista e ambientalista diz que buscou a Companhia como parceira nesta iniciativa pois “reconhece o papel socioambiental da Sanepar na preservação ambiental, em especial na proteção dos recursos hídricos”. Por sua vez, a Sanepar entende que o propósito da expedição contribuirá para motivar ações de conservação e restauração ecológica, podendo restabelecer o equilíbrio ambiental de áreas degradadas.

RESERVA – O alpinista possui uma reserva, denominada Reserva Natural do Alpinista Waldemar Niclevicz, localizada no município de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. É composta por 116 hectares, sendo 34 hectares de uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), e foi implantada com o objetivo de restaurar um importante remanescente da floresta com Araucária, reintroduzir abelhas nativas e proteger as nascentes do rio Açungui, que forma o rio Ribeira de Iguape.

Fonte: Agência Estadual de Notícias