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ÁREA RURAL

Plantadeira furtada em Douradina é recuperada em Querência do Norte

O implemento agrícola foi recuperado após um trabalho de investigação da polícia militar de Douradina, com auxilio do sistema de videomonitoramento.

Postado em 08/10/2019 às 22:12 |

Plantadeira recuperada pela Polícia Militar. (Foto: PM Douradina/Divulgação)

Uma plantadeira que havia sido furtada em uma propriedade, na área rural de Douradina, foi recuperada após um trabalho de investigação da polícia militar, com auxilio do sistema de videomonitoramento.  

Segundo a Polícia, os autores do furto invadiram uma propriedade localizada na Estrada Santa Isabel, cortaram o arame da porteira e quebraram o cadeado da porta de um barracão. Eles levaram uma plantadeira da marca Baldan, modelo PP Solo 4.000, ano 2002. No local havia marcas de pneus de caminhão.  

De posse dessas informações, o Soldado Cleberson da PM local, verificou imagens do sistema de videomonitoramento e visualizou um caminhão suspeito entrando na cidade, na sexta-feira, dia 04.

Nas imagens divulgadas pela polícia, é possível ver o caminhão acessando a estrada Santa Izabel, em direção a propriedade.


Após dar início as investigações, o policial recebeu informações de que o referido caminhão havia atravessado a balsa de Herculândia, sentido ao município de Querência do Norte, transportando a plantadeira. Os dados foram repassadas a polícia militar de Querência que localizou o implemento agrícola em uma propriedade rural.

O comandante da PM de Douradina, Sargento Ronaldo, informou que ao ser questionado, o autor da subtração disse que havia pegado o implemento com consentimento do proprietário para quitar uma dívida de R$ 30.000,00 reais. O dono confirmou a dívida, porém negou a autorização ao acusado para levar o implemento.

Diante dos fatos, o homem que pegou a plantadeira foi autuado pelo crime de exercício arbitrário das próprias razões, "Esse crime está previsto no artigo 345 do Código Penal, para quem faz justiça pelas próprias mãos, deixando de submeter o pleito ao estado, a quem cabe o monopólio do uso legítimo da força para Cobrar uma dívida", explicou o Sargento.

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